



No Brasil, para 2008, o grupo prevê uma expansão de 12% na receita da TIM Participações - e de 8%, em média, no triênio 2008 e 2010.
No plano de medidas, que será atualizado até o final do ano, a quinta maior operadora de telecomunicações da Europa informa que está concentrada na redução da dívida e expansão nos mercados doméstico e internacional - incluindo a Alemanha, a Argentina e o Brasil. A nova administração estipulou como meta para receita uma expansão da ordem de 1% a 2% ao ano, até 2010.
Na tentativa de agradar os acionistas, a operadora italiana prometeu tratar como prioridade a redução de sua dívida de 35,7 bilhões de euros. Em seu plano, o grupo diz estar em busca de uma economia de custo de aproximadamente 1,2 bilhão de euros com a modernização de sua rede.
Em termos do crescimento de seus negócios, a empresa revelou que pretende manter sua liderança no mercado doméstico ao apostar na convergência da telefonia fixa e móvel e na expansão das conexões de internet rápida. O grupo prevê uma queda na receita doméstica em 2008, mas uma melhora a partir de 2010.
Fora da Itália, a TI almeja impulsionar seus negócios no Brasil, Alemanha e Argentina, bem como "reconsiderar sua presença em áreas geográficas que não garantem retornos adequados". A companhia tem planos de buscar novas oportunidades em mercados no qual acredita que pode criar valor em telefonia móvel. As informações são da Dow Jones. (Fabiana Holtz)