



Uma nota distribuída hoje pelo Movimento dos Sem-Terra (MST), informou que as mulheres da Via Campesina, ligada ao MST, ocuparam a unidade de pesquisa da empresa e destruíram um viveiro e o campo experimental de milho transgênico. A ação do grupo é um protesto contra a liberação de duas variedades de milho transgênico pelo Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS).
A Monsanto não informou os prejuízos que a invasão já trouxe para a empresa, mas ressalta que as variedades que estão no mercado já tiveram pareceres técnicos e socioeconômicos emitidos pelos órgãos federais competentes, no caso, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), composta por 27 cientistas e o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), formado por 11 ministros.
"A Monsanto permanece aberta ao diálogo, dentro dos canais e meios legais, para expor estes e outros resultados e possibilidades envolvendo a biotecnologia agrícola, e seus benefícios para o meio ambiente e para a sociedade", finaliza a nota da empresa. (Alexandre Inacio)