



O MPF investiga o caso desde abril do ano passado. Segundo o órgão, os preços dos contratos firmados entre o Detran e as Fundações de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec) e para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura (Fundae) teriam sido superfaturados. Ligadas à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), as fundações foram contratadas para realizar exames de direção previstos no processo para conceder habilitação para motoristas. Em novembro, 14 membros do grupo foram presos na Operação Rodin, da Polícia Federal (PF).
A peça acusatória do MPF contém mais de 200 páginas. De acordo com os procuradores da República que compõem a força-tarefa do MPF na Operação Rodin, o estudo do inquérito policial passou pela análise de diversos documentos, dentre os quais mídias eletrônicas, como CDs e registros de e-mails. (Elvis Pereira)