



Pouco antes, o subsecretário-geral da ONU, John Holmes, criticou a lenta resposta do governo à crise. A ONU disse hoje que, segundo estimativas, 1,5 milhão de pessoas foram "severamente afetadas" pelo ciclone de sábado passado. Esse número inclui 1 milhão de desabrigados. Uma funcionária da embaixada americana em Mianmar, Shari Villarosa, disse ontem que o número de mortos pelo ciclone pode chegar a 100 mil. A mídia estatal birmanesa manteve hoje a cifra de 22.980 mortos e 42.119 desaparecidos.
"Se perdermos tempo nesse período crítico, mais pessoas morrerão por causa da crise e temo que as doenças se espalharão", declarou Ban Ki-moon. Ele disse que o regime militar deveria abandonar temporariamente as exigências de visto para os trabalhadores humanitários que tentam entrar em Mianmar para que possam chegar às vítimas sem demora. A ONU pediu vistos para mais de cem trabalhadores. (AE-AP)