



Segundo informou o aposentado, o líquido - sem um cheiro característico - começa a jorrar sempre do banheiro. "Quando eu tomo banho não acontece nada. Quando ela (a mulher) vai tomar banho, começa", afirmou. O líquido verte não somente do rejunte, mas da superfície do piso e em alguns pontos da casa chega a jorrar a até dez centímetros de altura do chão. "Não sabemos o que é, mas não ficamos com medo. Tem textura de sangue, mas queremos saber o que é."
O aposentado disse ser o primeiro proprietário da casa, construída em 1964. Embora tenha dois cachorros, ele também não acredita que o líquido possa ser sangue de alguma presa de seus animais de estimação. O proprietário afirmou não ter a intenção de quebrar o piso para verificar a origem do líquido misterioso.
Católico, o casal pediu ajuda ao pároco do bairro, que orientou os aposentados a registrarem um boletim de ocorrência. O delegado do 6º Distrito Policial (DP) de Jundiaí, Marco Antonio Ferreira Lopes, disse hoje que vai arquivar o caso, pois não há interesse policial. Segundo Lopes, a principal hipótese trabalhada pela polícia técnica, que ainda não tornou público o laudo do caso, é a de que o líquido vermelho seja tinta. (Tatiana Fávaro)