



Além do preço, o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) atribuíram a falta de propostas nas duas primeiras tentativas de venda ao custo de transporte do rebanho e às ameaças feitas por políticos de que a remoção dos bois não seria pacífica.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o diretor do Ibama, Flávio Montiel, garantiu que o comprador terá toda segurança necessária para retirar os animais, avaliados em R$ 3,151 milhões e apreendidos na Operação Boi Pirata. Eles estão sob guarda do governo federal e em boas condições de saúde, com vacinação em dia, de acordo com a pasta. (Elvis Pereira)