



O modelo são as Lojas Renner: em 2005, diante da falta de compradores estratégicos interessados, o grupo americano J.C. Penney vendeu 100% do capital da varejista na Bolsa, numa operação inédita no País. O banco que estava por trás da venda, o Credit Suisse, é o mesmo que agora coordena a venda de ações do Ponto Frio.
"Os controladores gostariam de fazer a venda mais ampla possível das ações. É possível repetir a história da Renner", diz o vice-presidente do conselho de administração do Ponto Frio, Francisco Gros. "É difícil prever o que vai acontecer com o mercado, mas trabalhamos com a idéia de vender as ações ainda no final do primeiro trimestre." Se o preço não sair como esperado, a família Safra tem um "plano B": vender apenas parte das ações, ficar no controle e esperar nova oportunidade de venda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)