



Os contratos, cujos valores são de R$ 3, 5 milhões no caso do Fator e de R$ 3,7 milhões junto ao Consórcio Citi, prevêem também a modelagem e a venda dos ativos, desde que autorizada pelo Poder Legislativo.
A decisão, adotada pelo juiz Ronaldo Frigini, em caráter liminar, atendeu ação popular da bancada do Partido dos Trabalhadores na Assembléia Legislativa. A suspensão de seus efeitos se deve a possíveis irregularidades no edital de licitação, que resultou nas duas contratações.
Em seu despacho, o magistrado solicita, ainda, cópia de entrevista do governador do Estado, José Serra, à Rádio CBN, na qual ele teria feito referências às privatizações do Banco Nossa Caixa e da Sabesp. Cabe recurso da decisão. (AE)