Gerente de RI destaca inteligência competitiva como diferencial
Com apenas três anos de vida na Bolsa, a Natura conquistou o terceiro lugar no Ranking Agência Estado Empresas 2006. As razões para o desempenho passaram por indicadores de mercado. Mas os diferenciais competitivos inerentes à marca Natura e a excelência administrativa da empresa foram determinantes para o resultado, destacou o gerente de Relações com Investidores, Helmut Bossert, na ocasião.
"Cada vez mais notamos que o mercado mudou o foco. Agora, todos querem saber mais sobre o potencial de crescimento das ideias de pessoas envolvidas na gestão das companhias", disse Bossert. "Trabalhamos aqui com a marca, com um modelo de negócio que embute muito a chamada inteligência competitiva assim como nossa capacidade de gerar recursos humanos."
O executivo destacou ainda que, do ponto de vista do resultado da Natura, a rentabilidade sobre patrimônio líquido continuava sendo muito representativa, o que permitia que o investidor ficasse confortável com a perspectiva da empresa.
"Se olharmos múltiplos do mercado, como P/L e dividendos, tivemos em 2006 uma melhora substancial", disse, ressaltando também o ingresso dos papéis da empresa no Ibovespa e no IBRX-50. "Isso prova que as ações têm liquidez muito boa."
Além da visão, de certa forma pioneira, do negócio de cosméticos no País, a Natura também tem outra característica que deverá ajudá-la cada vez mais a atrair investidores: a grande preocupação com questões de sustentabilidade. "A Natura sempre desenvolveu e criou sistemas de negócios baseados em sustentabilidade, desde as embalagens."
Resumo de reportagem publicada, na ocasião da entrega do prêmio ranking Destaque Empresas de 2007. O texto original foi divulgado pelo serviço AE Empresas e Setores, conteúdo noticioso e analítico voltado ao mercado corporativo. Para melhor contextualizar as informações, a edição alterou os tempos verbais e atualizou o texto pelo novo acordo ortográfico.